Um povo grande de uma imensa história...

Versos em Cordel de Zeca de Lita

Dormário: “Eu só me lembro do primeiro verso e do último”.

Seu Zeca (pai de Menininho) escreveu um livrinho de cordel, isso há muitos anos, livro esse que anda perdido.

A Crise do Queta Aí.

O povo perdendo a fé em Deus
Só falava no Paraná
Fica a Bahia atrasada
Que nunca prestou
E nem há de prestar

No final do cordel ele elogiava a Bahia:

Os peões da Bahia
São uns peões escovados
Toma banho todo dia de tarde
E ainda toma vinho quinado.

Quem fez esse romance foi Zeca de Lita
Homem que não tem pensar
Fala dos outros
Mas dele não quer falar
Só porque tem uma chácara de bananeira
Enganado que tá
Por que em tempo de crise
Bananeira não dá.

Versos de Zeca de Lita.

Dormário Viana Cardoso e suas muitas Lembranças.
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Time Infantil de 1957



De cima para baixo da esquerda para direita:
Na parte de Cima: Paulo Alberto, Dé, Fulozinho, Santo de Samiuda, Zezinho de Silvino, Jura, Américo, Plínio.
Na parte de baixo: Dormário, Gentil, Juvenal (Juju)
Juvêncio Brasil, Treinador, ao fundo de pé.
Dedicatória no verso da fotografia:
Quadro de futebol infantil de Água Quente.
O Ipiranga F.C.
Esse tempo havia dois times: Amarela e Preto e Vermelho e Preto, esse era o time do Amarelo e Preto
No longínquo ano de 1950
“Na foto eu me acho o último à esquerda dos que estão em pé”
Plínio Silva Tunes
12/03/1957

Foto cedida por Wanderlei Cardoso (Vando)
Dados: Dormário Viana Cardoso
10/03/2009

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