Mostrando arquivos destcados com " crônicas"
out
30
2015

A chuva voltou ao Sertão

Após vários meses de estiagem dura e pesada, enfim a chuva voltou a fertilizar o solo seco do Sertão. Nos últimos dias, os sinais da natureza davam conta que a agonia de um longo período partiria em retirada deixando a esperança para os seres viventes na Caatinga. A jurema-preta floriu por completo, uma verdadeira noiva; […]

out
18
2015

A Crise bateu em minha porta

– Ô, de casa! Ô, de casa! – alguém grita na porta de entrada da residência de José. – Quem será a esta hora? – indaga José. – Não posso nem mais assistir meu jornal tranquilo que vem gente me aperrear. Quem é? – Sou eu. – Eu quem, diabo? – Eu. Deixe de frescura […]

set
17
2015

Adeus extintor

Quanto tempo demorou para os especialistas reconhecerem que o extintor é um objeto inoperante dentro de um automóvel? Será que o interesse era o de obrigar os brasileiros a comprar tais objetos? Quem de fato lucrou com todo esta venda? Seria um parente ou um amigo de algum político famoso? Em outros países o extintor […]

set
7
2015

Independência ou morte!

Sete de setembro, meu povo! Independência ou morte! Dom Pedro Primeiro, Riacho do Ipiranga, Brasil um país liberto. O tempo passa e as lembranças continuam vivas nas mentes da população. O que um simples grito não consegue fazer. Não foi um grito normal emanado por uma pessoa qualquer, foi um grito de uma autoridade maior, […]

set
1
2015

Agora lascou, o gás aumentou

Já não aguento mais tantos aumentos. Primeiro foi a gasolina, depois foi a energia, teve também a água, o transporte público, os impostos, as taxas, os pedágios, o pãozinho, o arroz, o feijão, a farinha, a rapadura… Agora eu lhe pergunto: “Alguém ouviu falar da merreca do salário mínimo?”. Será que aumentou o danado? Continua […]

ago
31
2015

Indecisão entre matar ou não matar

Rapaz, não sei o que anda acontecendo comigo. Do nada passei a me comportar como um ambientalista. Hoje mesmo, olhe só, fiquei frente a frente com um inseto nojento, repugnante, asqueroso… Ele parado a espera que eu o pisasse. Fiquei inerte igual a uma porta, nem tranca, nem destranca. Olhava para a barata com raiva, […]

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