out
23
2016

Tempo – História de Sertanejo – Cordel

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Tempo

O tempo este bicho matuto

Que às vezes parece caminhar

Com as suas garras se faz astuto

Dos passos lentos passa a saltar

Para o infinito sempre corre

Sem presa para chegar.

***

Meu caríssimo amigo o tempo

Bicho que humilha o ferro a pó

Faz dos governantes defuntos

No mundo seu poder é maior

Não perca o agora o momento

Pois apaga o homem sem dó.

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